A pandemia da Covid-19 impactou em todos os setores da economia e ditou um “novo normal”, que se expressa no mercado imobiliário de diversas formas. O que poderia ser visto como ameaça por aqueles que rejeitam mudanças ou não estavam preparados para uma adaptação compulsória, se transformou em oportunidade para negócios e consumidores atentos à transformação.
A realidade do home office, por exemplo, veio para ficar. A procura por condomínios que apresentam áreas destinadas para o trabalho, como espaços de coworking, foi uma tendência que cresceu significativamente nos últimos anos, se manteve em alta por todo o ano de 2022 e deve ser foco também no futuro.
Além deste elemento, a presença de alternativas sustentáveis de matriz energética é um diferencial de empreendimentos lançados atualmente. A energia sustentável, a reutilização de água e diversas outras tecnologias são fatores determinantes da escolha daqueles que elegem o meio ambiente como critério prioritário da escolha de onde morar ou investir.
Outro ponto é a conveniência, uma tendência que tem relação direta com padrões de comportamento do consumidor que preza pela acessibilidade e que deseja economizar tempo e deslocamento em sua rotina. A localização privilegiada de imóveis, em áreas centrais das cidades e próximos à supermercados, farmácias, escolas, padarias, academias e clínicas médicas, por exemplo, é um fator decisório no momento da compra.
Quem vive em grandes cidades enfrenta desafios que podem ser minimizados durante a aquisição do imóvel certo. Segurança da região e proximidade a meios de transporte (como metrô e ônibus) são elementos que fazem da escolha pelo endereço mais conveniente, o que valoriza o empreendimento e contribuiu para a melhor qualidade de vida do seu morador ou investidor.